Toda vez que uma empresa imobiliza capital em caução ou paga por uma fiança bancária cara, ela está arcando com um custo que poderia ser evitado.
O Seguro Garantia existe há décadas no mercado brasileiro, é amplamente aceito e contratos públicos e privados, e ainda assim segue sendo subutilizado por PMEs.
O motivo, na maioria dos casos: desconhecimento.
O que o Seguro Garantia faz na prática
O Seguro Garantia é uma apólice emitida por uma seguradora que assume, perante o contratante, a responsabilidade pelo cumprimento de uma obrigação do contratado. Em vez de depositar dinheiro ou comprometer limite bancário com uma fiança, ele paga um prêmio à seguradora (uma fração do valor garantido) e mantém o caixa disponível.
A lógica é simples: a seguradora serve como fiadora. O caixa da empresa fica livre.
Onde essa ferramenta se aplica?
Ele se aplica a contratos de prestação de serviços, fornecimento, locação de equipamentos, processos judiciais, operações aduaneiras e licitações de qualquer porte.
Caução retira liquidez. Fiança bancária consome limite de crédito. Nos dois casos, o recurso que poderia estar investindo em expansão fica parado cumprindo uma função que uma apólice poderia cumprir com custo muito menor.
Sua empresa ainda usa caução ou fiança bancária?
Vamos mostrar uma alternativa mais eficiente.